uma batalha constante

Tuesday, November 22, 2005

Brasileiro comete delito no estrangeiro!!

Na noite desta sexta-feira, autoridades americanas encontraram um cidadão semi-alcolizado, portador de um Geo Metro em situação irregular, no acostamento da rota 21, no estado de Nova Jései.
Fontes médicas do UMDNJ (Hospital Universitário de Medicina e Odontologia de Nova Jersei) especulam tratar-se de um tipo não comum de esquizofrenia. O rapaz encontrava-se sorridente, ligeiramente excitado com uma versão de Sudoku eletrônica em mãos, dizendo-se ser o mais novo campeão mundial, quando foi abordado por dois patrulhas da estrada.
Um dado curioso é que ao ser interrogado no local do acontecimento, o rapaz, posteriormente reconhecido como Bernardo Maia, se recusou a obedecer à ordem de busca ao veículo, reagiu utilizando golpes chulos de Kung Fu, o que lhe resultou em imobilização imediata seguido de voto de silêncio.
Não contente com a confusão já armada, após ser algemado, o brasileiro sacou do bolso do seu paletó uma bisnaga parecida a uma pasta de dente, pressionou-na nos elos do artefato e conseguiu se soltar. Correu em direção ao policial que segurava seu jogo, deu-lhe um soco na boca do estômago, recuperou o artigo e partiu em disparada rumo ao rio Passaic.
Por uma questão desfavoravelmente climática, posteriormente um dos homens da lei confirmou, a dupla decidiu cercá-lo pela margem. A verdade é que Bernardo Maia, não só escapou da enrrascada com vida, como seis horas depois, foi preso novamente, agora pelo NYPD (Departamento de Polícia de Nova Iorque) nos arredores de Chinatown, mais precisamente ao pé da Canal Street, vestindo nada mais do que uma vestimenta de lycra branca, um chapéu preto com uma pena e um laço amarelos e meias verdes gritando o nome de Amma e pedindo esmolas. O mesmo jogo eletrônico que horas antes fora apreendido pelo policial de Nova Jérsei, encontrava-se com o deliqüente. Só não funcionava por falta de baterias.
Depois de devidamente sedado e maltratado, Bernardo prestou esclarecimentos às autoridades e deve ser liberado na próxima semana.
Desolado, o rapaz de vinte e três anos pede nada além de conforto e uma oportunidade de emprego. Já que seu último empregador, um tradicional churrasqueiro de uma vila luso-americana já o dispensou por falta de escrúpulos morais e desrespeito ao seu negócio.
Situações como essa fazem com que as relações entre o Brasil e os Estados Unidos piorem ainda mais, uma vez que a situação imigratória deste doente é irregular. Espera-se que até o final de abril, Bernardo retorne ao seu país para um tratamento intensivo de reabilitação. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin já declarou com exclusividade ao apresentador Fausto Silva da rede Globo que fará deste jovem um exemplo de cidadania. E acompanhará pessoalmente os avanços rumo à descoberta, catalogação e tratamento desta síndrome que até agora foi apelidada de paulicéia desvairada.
Essa é uma história tão incomum, mas parece com algum conto ou fábula já contado antes. Bernardo está esperançoso com relação ao seu futuro mas não nega um descontentamento. O da imcompreensão dos policiais americanos com a sua pessoa. Alega que não fazia nada de errado quando foi abordado pelas duas vezes. No final de sua entrevista, ainda lembrou à todos sobre a fome que as pessoas passam nos países menos favorecidos e demonstrou um certo ar de futuro político enrustido. O que será da vida deste cidadão?

A senhora e o tempo

A cara é de quem esta sempre aflita. Quando a vejo passar, Sra. Nunes como é conhecida na região, procura algo. A insatisfação transparecida em sua feição causa-me curiosidades. Seu mundo é outro; habita esse à passeio, definitivamente. Quase sempre a vejo na Adams, ao pé do restaurante. Quando cruzamos olhares, sempre me pergunta sobre vários assuntos; entre eles, o clima da cidade e a quantas anda o meu trabalho. Se estou ocupado ou não. Cansado, satisfeito. A impressão é que toda essa preocupação não passa de um gesto carinhoso. Apesar de seus olhares profundos e penetrantes.
O visual da Nunes é, para os padrões do lugar, até que aceitável. O povo desta comunidade portuguesa, bem usam pedaços de roupas que o servem para tapar o corpo. Não há industria fashion como no mundo moderno. Ou se há, é algo limitado. As blusas parecem contar histórias de gerações combinando ao comportamento de todos aqui.
Ela vive há uma quadra da frangaria, vez ou outra manda levar a sua casa no 820 da Raymond Boulevard, first floor. E segundo meus chefes, sempre pergunta se sou eu ou o Samuel quem levará. Já atendi diversas chamadas suas.
Quando liga, primeiro quer saber o cardápio. As vezes pede uma sugestão, mas nota-se que faz parte da rotina. Opta constantemente pela tradicional ave. No fim indaga o preço e acrescenta ao recepcionista as “duas dolinhas” do entregador. “Mas não demora? Pois sim?” “Não se preocupa senhora.” Por viver tão perto, sua ordem é a primeira a ser entregue. Nem carro me é necessário. Sempre carrego o rádio no bolso. Chega a ser prazeroso.
Manda-me entrar a casa e pousar a encomenda à mesa. Em cima daqueles protetores específicos para comida quente. Os mesmos que lembra a minha avó e suas enpreitadas culinárias. O dinheiro está separado ao lado do movél da cozinha e ela faz questão de conferi-lo na minha frente. Nunca esquecendo-se dos extras. Agradeço, jogo um pouco de conversa. Ela tece um comentário doce sobre a nora brasileira. A mim parece mais uma desculpa para se excluir do racismo comum. E na verdade é bom ouvir. Usa provérbios populares para desconversar, abre-me a porta e deseja um bom dia.Ligo o rádio novamente, aperto meu passo e rio-me por dentro imaginando como se porta perante aos outros. Ora mãe devota, ora mulher exemplar, ora sogra perfeita. Mas sei que isso tudo não passa de teatro. No fundo, dentro das suas caraminholas, ela comanda um espetáculo majestoso. Tudo parece ser muito fácil a ela. Que está a procura de algo muito distante. E talvez nunca encontre. Quem sabe não seja essa sua grande tarefa

Things to do before I leave New Jersey.


- Take the Path train without a clock. Go to the city willing to sleep anywhere but home. Bring Dinha and a couple of ecstasies in the pocket. Find a nice club and fry the whole night. Go crazy for an instant; I mean some!
- Call Vinnie (drummer of Less Than Jake) and apologize for never paying attention to his lyrics (and I feeling like I would never coming back NO! I will never going back there!!!!). Already, my friend, I am so sorry!
- Drive to Atlantic City! Bring enough money for accommodation and food! And four hundred dollars extra for the casino! Go to a slot machine next to a bathroom in the facility and spend the night playing! If I did not win anything, at least I will have the pleasure of gambling, nothing compare to Vegas (I have been there before!!!), but still something to laugh all my life!
- Call Catrina Brown from a Payphone nearby Newark and offer her a million bucks for papers!
- Go to a system of a down concert with Leo. I know, you know, that is quite impossible, but I am the writer so I can choose whatever I want. Why you might think? Simple! I love their music. He loves it too. And I know it is his favorite band! Nothing better than see a concert next to a fan. And trust me; System of a Down is something that doesn’t happen all the time
- Find Leleka (some Brazilian orkut bogus jerk) and ask for a date. The only thing is that on the date I will get my baseball bat and knock her off at least once in the head! Just some stupid revenge! Pride issue.
- Take a shit on a bag and thrown at 106 San Francis Street in the Ironbound, Newark! It is not just because the Almeida family pisses me off and never tips me. But also because their oldest son thinks he is some sort of gangster! And he is a white trash!
- Work one day dressed up as a giraffe! Just a childhood dream applied only in the US territory!

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opinativo, reclamão, relaxado, fumante, irônico, sincero, emburrado, feliz.